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Um encontro internacional |
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Irmãzinha Hany – Paula
Participei , com oito Irmãzinhas de diferentes países,
no encontro do
Comité católico internacional dos Ciganos (C.C.I.T.)
sobre o tema:
«Evangelização: :futuro de liberdade e de dignidade para os Ciganos»
Realizou-se em Dobogoko,
com cerca de 120 pessoas de 21 países
dos quais muitos delegados da Europa de Leste. |
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Jean-Bernard Dousse et Hanny
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Este Comité, fundado há 29 anos,
«tem a missão de criar laços de reflexão, de amizade e de solidariedade internacional entre pessoas comprometidas concretamente na promoção humana e religiosa dos Ciganos como tal ,
não desenvolve projecto humanitário ou pastoral:
quer ser um espaço de gratuidade,
de liberdade e
de fraternidade.» |
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«Os Ciganos caracterizam-se por uma cultura própria mesmo se é múltipla;
funda-se numa mentalidade de nomadismo e uma religiosidade muitas vezes explícita.
O facto de serem rejeitados pelos outros (os não Ciganos) cria uma distanciação em relação a esse mundo.
As pessoas comprometidas com este meio são pois confrontadas a problemas de encontro cultural e de diálogo religioso.» |
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O Padre Fossion, Jesuita de Bruxelas, fez uma exposição sobre o tema da reunião. A partilha em pequenos grupos permitiu de nos conhecermos melhor e de entrar no pensamento e na visão do outro. |
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Respeitar-se e amar-se diferentes
é o fio condutor de tudo o que se viveu durante estes 2 dias. Muitos já se conheciam há muito tempo e as ligações com os representantes dos países de Leste são muito enriquecedoras. O ambiente fraterno ajuda a ultrapassar as barreiras da língua... |
| As celebrações eucarísticas são ocasião de levar juntos diante de Deus as alegrias, as preocupações e as penas duns e de outros. São presididas por um Cardeal da Hungria e vários bispos, assim como um representante do Vaticano. |
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No sábado à noite um jantar alegre com especialidades dos diferentes países representados e uma animação por uma orquestra cigana húngara,
faz-nos sentir o que temos em comum,
o amor aos povos ciganos e
o respeito pela sua cultura...
Dignidade, beleza... |
Com Jean Bernard Dousse visitámos as irmãzinhas de Budapeste : Erzsébet e Nelly.
Como trabalho, uma faz limpesas e a outra é enfermeira num serviço para doentes do Sida. Em Monor, a 30 km de Budapeste, a irmãzinha Aniko e Mónika-Greti vivem num bairro onde também há ciganos.
Também na Eslováquia, três irmãzinhas vivem em Brezno no meio do povo cigano e trabalham com eles. Elas estavam também presentes neste encontro. |
ir. Aniko com vizinhas |
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as irmãzinhas em Brezno |
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