CENTRO PASTORAL PAULO VI
Inaugurado a 13 de Maio de 1982 pelo Papa João Paulo II, por ocasião da primeira visita que efectuou a Fátima.
Para conferências, encontros ou congressos.
Dispõe dos seguintes espaços.
- Um Anfiteatro com 2.124 lugares;
- Salão do Bom Pastor com 615 lugares;
- 8 salas com 40 a 90 lugares.
Estes espaços destinam-se prioritariamente a actividades de carácter religioso.
Capelinha das aparições
pedestal, onde se encontra a Imagem de Nossa Senhora, marca o sítio exacto onde estava a pequena azinheira (desaparecida devido à devoção dos primeiros peregrinos que a levaram, raminho a raminho), de um metro e pouco de altura, sobre a qual Nossa Senhora apareceu aos pastorinhos em 13 de Maio, Junho, Julho, Setembro e Outubro de 1917.
A construção da Capelinha foi a resposta ao pedido de Nossa Senhora "quero que façam aqui uma capela em minha honra".
Construída no local das aparições em 1919, de 28 de Abril a 15 de Junho. A primeira Missa foi ali celebrada no dia 13 de Outubro de 1921.
Tendo sido dinamitada em 6 de Março de 1922, foi reconstruida ainda nesse mesmo ano.
Em 1982 foi construído um vasto alpendre, tendo sido inaugurado aquando da visita do Papa João Paulo II em 12 de Maio desse ano.
Em 1988, Ano Mariano, foi forrado com madeira de pinho, proveniente da Rússia, norte da Sibéria. Foi escolhida esta madeira pela sua durabilidade e leveza.
A capelinha original, embora sujeita a ligeiras reparações no decorrer dos anos, mantém os traços de uma ermida popular.
Basílica de Nossa Senhora do Rosário de Fátima
Ergue-se no local onde, em 13 de Maio de 1917, os três pastorinhos brincavam "a fazer uma paredita", quando, de repente, viram um relâmpago que os assustou e fez com que juntassem o rebanho para regressarem a casa. O projecto foi concebido pelo arquitecto holandês Gerard Van Kriechen e continuado pelo arquitecto João Antunes. Em 13 de Maio de 1928 foi benzida a primeira pedra pelo arcebispo de Évora, D. Manuel da Conceição Santos. A sagração foi a 7 de Outubro de 1953. O título de "Basílica" foi-lhe concedido por Pio XII, no breve "Luce Superna", de Novembro de 1954.
O edifício, que mede 70,5 metros de comprimento e 37 de largura, foi construído totalmente com pedra da região (lugar do Moimento) e os altares são de mármore de Estremoz, de Pero Pinheiro e de Fátima.
A torre sineira, erguida ao centro do conjunto arquitectónico, tem 65 metros de altura e é rematada por uma coroa de bronze de 7.000 quilos, construída na fundição do Bolhão, Porto, encimada por uma cruz iluminada que, de noite, se avista a longa distância. O carrilhão é composto por 62 sinos, fundidos e temperados em Fátima por José Gonçalves Coutinho, de Braga. O sino maior pesa 3.000 quilos e o badalo 90. O relógio é obra de Bento Rodrigues, de Braga. Os anjos da fachada, de mármore, são da autoria de Albano França. A estátua do Imaculado Coração de Maria no nicho da torre tem 4,73 metros e pesa 14 toneladas. À entrada da Basílica, por cima da porta principal, encontra-se um mosaico que representa a Santíssima Trindade a coroar Nossa Senhora. Foi executado nas oficinas do Vaticano e ali benzido pelo então Secretário de Estado, Cardeal Eugénio Paccelli, futuro Papa Pio XII, o "Papa de Fátima".